O Grande Gatsby – leia O livro, veja OS filmes

 

No final deste ano chega às salas de cinema dos EUA, e com estreia prevista no Brasil para janeiro do ano que vem, a terceira adaptação de “O Grande Gatsby”, que promete ser um grande sucesso.

Dirigido por Baz Luzhrmann, diretor australiano de “Moulin Rouge”, traz como atores principais Leonardo DiCaprio, Carrey Mulligan e Tobey Maguire.

Assim teremos tempo para rever a segunda adaptação de “O Grande Gatsby”.

Filmado em 1974, o filme foi dirigido por Jack Clayton, e teve Robert Redford e Mia Farrow nos papéis principais. Francis Ford Coppola adaptou o roteiro, e no ano seguinte o filme ganhou os Oscars de melhor figurino e trilha sonora adaptada.

Para que as adaptações cinematográficas possam ser bem apreciadas, nada melhor do que ler o livro e escolher qual dos dois filmes é mais fiel à obra original.

Parece até que as editoras Penguin Companhia e L&PM adivinharam, e em 2011 reeditaram o livro “O Grande Gatsby” de F. Scott Fitzgerald, que se encontrava esgotado.

A história transcorre entre Nova York e Long Island, durante o verão de 1922. A sociedade americana vive um nível sem precedentes de prosperidade, e é nesse meio glamouroso que Jay Gatsby, é o anfitrião de festas luxuosas e extravagantes. O narrador é seu vizinho Nick Carraway, primo distante de Daisy, por quem Gatsby é apaixonado. Ao longo da narrativa, o romantismo obsessivo de Gatsby se contrapõe à futilidade de seus personagens e ao materialismo do sonho americano.

Confira o trailler do filme:

O 11º Mandamento

Se você não se assusta com o número de páginas de um livro e tiver sangue frio para atravessar o relato do nascimento dos gêmeos protagonistas de 11º Mandamento”, tenho certeza que vai mergulhar de cabeça neste romance.

O livro conta a história dos ”gêmeos Marion e Shiva, nascidos em 1954 num hospital de Adis Abeba, filhos da união trágica entre um cirurgião inglês e uma jovem freira indiana. Com a morte da mãe no parto e o desaparecimento do pai, os meninos são criados por um casal de médicos missionários. Crescem unidos e interessados em medicina, numa Etiópia marcada pela turbulência política. Mas é o amor de Marion por uma mulher, muito mais do que a política, que vai separar de vez o destino dos dois irmãos. E é a medicina que vai uni-los quilômetros e anos depois, quando Marion terá de confiar sua vida aos dois homens de quem mais desconfiava: o pai, que o abandonou, e o irmão, que o traiu”.

O autor, Abraham Verghese, é filho de pais indianos, e assim como os protagonistas do livro, nasceu em Adis Abeba. Como Marion também se mudou para os EUA, onde estudou Medicina.

Talvez seja essa a razão pela qual as impressionantes mazelas descritas no livro, sejam feitas de forma tão minuciosa e real, tornando-se às vezes um tanto ou quanto aflitivas para nós leitores-leigos. No entanto esses relatos não chegam a atrapalhar a leitura do livro, muito pelo contrário. Instrutivos, eles são fundamentais para compreender e apreciar o desenvolvimento dos personagens e da história narrada.

Sem estragar o prazer da leitura, posso revelar que o 11º mandamento é “Não operarás um paciente no dia de sua morte”.

Sexo, Poder e Dinheiro

Uma jornalista admirada por toda a França.

Um homem comprometido com os mais altos destinos.

Um casal para quem tudo parece sorrir.

Amigos que ficaram surdos e cegos.

Uma corte de conselheiros ambiciosos.

Uma rede de cúmplices às margens do poder.

Uma busca insaciável por mulheres.

Uma ilusão coletiva, um escândalo mundial.

Uma história maluca, mas verdadeira.

Esta é a resenha do livro “Os Strauss-Khan” de Raphaëlle Bacqué e Ariane Chemin, editado por Albin Michel, que chegou às livrarias no início do mês e já está entre os 10 mais vendidos na França.

Desde os tempos da monarquia que os franceses só pensam em Sexo, Poder e L’Argent. Mas o que antes podia ser dissimulado, hoje, graças às redes sociais, até o sujeito mais desinformado está a par do que acontece no mundo dos  poderosos.

É notável  o trabalho de pesquisa efetuado pelos autores-jornalistas, e não é surpresa que o livro tenha alcançado o primeiro lugar na lista dos livros mais vendidos, na categoria não ficção, da revista francesa L‘ Express, tendo vendido 15.000 cópias em apenas 5 dias.

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